1 0 Archive | setembro, 2009
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A evolução poderia acontecer ao contrário?

Um estudo diz que esse é um caminho com apenas um sentido

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O inseto que os cientistas usaram para descobrir a não reversibilidade

Os biólogos evolucionários vêm pensando há muito tempo se a história particular de cada ser vivo poderia correr no sentido contrário. É possível que as proteínas do nosso corpo retornem às antigas formas e funções que tinham há milhões de anos?
Examinando a evolução de uma proteína, um grupo de cientistas disse que a resposta é não. Eles perceberam que as mutações tornam praticamente impossível que a evolução reverta sua própria direção. “-As mutações queimam a ponte que a evolução acabou de cruzar”, disse Joseph W. Thornton, um professor de biologia da Universidade do Oregon e co-autor de um trabalho nos pesquisadores em grupo, na atual edição da Nature.
O biólogo belga Luis Dollo foi o primeiro a considerar uma possível reversão da evolução mas concluiu, em uma declaração de 1905, que um organismo nunca volta ao seu estágio anterior. Essa observação foi mais tarde chamada de Lei de Dollo.
Para saber se ele estava certo, os biólogos tiveram que reconstruir a história da evolução. Em 2003, um grupo de cientistas estudou as asas do bicho pau – qualquer inseto da ordem Phasmatodea). Eles descobriram que seus ancestrais comuns tinham asas, mas apenas alguns dos descendentes as perderam. Mais tarde, alguns dos que perderam as asas desenvolveram-nas novamente.
Ao contrário do que possa parecer, esse estudo não refuta necessariamente a Lei de Dollo. O bicho pau pode desenvolver, de fato, um novo tipo de asas, mas não fica claro o quando essa troca pode ser entendida como uma evolução reversa no nível molecular. Os insetos teriam voltado atrás em sua exata bioquímica original para construir asas, ou descobriram uma nova rota, desenvolvendo, essencialmente, novas proteínas?
Dr. Thornton e seus colegas observaram de perto a evolução reversa, no nível molecular. Eles estudaram uma proteína chamada glucocorticóide receptor, que ajuda os humanos e muitos outros vertebrados a competir para agarrar um hormônio chamado cortisol e que então comanda um gene defensivo
Comparando o receptor com a referida proteína, os cientistas reconstruíram a sua história evolutiva. Por volta de 450 milhões de anos atrás, ela começou a modificar seu formato. O novo formato permitiu a ela agarrar apertadamente outros hormônios, mas fracamente o cortisol. Depois, há mais de 40 milhões de anos, o receptor mudou seu formato de forma tão drástica que se tornou muito sensível ao cortisol, mas sem capacidade de agarrar os outros hormônios por muito tempo.
Durante estes quarenta milhões de anos, Dr. Thornton descobriu, o receptor mudou em 37 pontos, mas só 2 desses pontos fizeramo receptor sensível ao cortisol. Outros 5 pontos impediram o receptor de agarrar outros hormônios. Quando ele sofreu essas 5 mudanças, ele começou a se comportar como um novo gucocorticóide receptor.
Dr. Thornton percebeu que se ele tentasse a operação reversa, ele poderia ter de volta o novo glucocorticóide receptor dentro de um ancestral. Então, ele e seus colegas teriam feito a operação reversa na mutação para a antiga forma.
Mas para a surpresa de Dr. Thornton, o experimento falhou. “-Tudo o que nós conseguimos foi um receptor completamente morto”, disse.
Para descobrir por que eles puderam ir na direção a frente, mas não para trás, eles examinaram novamente o velho e o novo receptor. Eles descobriram 5 novas mutações que foram cruciais para a transição (do velho para o novo). Se eles tivessem revertido essas cinco mutações, o novo receptor teria se comportado como um antigo.
Baseado nesses resultados, Dr. Thornton e seus colegas concluíram que a evolução retrógrada falhou em 2 capítulos. No primeiro, o receptor adquiriu 7 mutações que o fizeram sensível ao cortisol, mas não para outros hormônios. No segundo, adquiriu as 5 mutações extras, que Thornton chamou de mutações restritivas.
Essas mutações restritivas podem ter se adaptado bem quando o receptor agarrou o cortisol. Ou elas podem não ter surtido efeito algum. Em ambos os casos, essas cinco mutações adicionaram twists e rabos ao receptor. Quando o Dr. Thornton tentou retornar o receptor à sua forma original, esses rabos e twists tinham desaparecido.
Dr. Thornton argumenta que uma vez que a mutação restritiva foi desenvolvida, elas tornaram praticamente impossível para o receptor desenvolver novamente a forma original. As cinco chaves de mutação não puderam ser revertidas porque os receptores tornariam-se inúteis. Nem poderiam as 7 mutações restritivas serem revertidas – aquelas mutações tinham pequeno efeito. Então, não houve como a seleção natural favorecer indivíduos com mutações reversas.
“-Eu nunca vou dizer que evolução reversa é impossível”, disse o pesquisador. “-Mas eu acho que ela só pode ser levada a cabo quando envolve traços muito simples, como quando uma única mutação está envolvida”, completa
“-Quando novos traços são produzidos por várias mutações que influenciam uma às outras, a complexidade fecha a possibilidade de evolução reversa”, conclui o biólogo.

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Peso das provas do Enem será distinto em ao menos 9 das 55 federais

Para quem vai fazer o Enem, um aviso: ao menos nove das 55 universidades federais vão dar pesos diferentes às provas do exame na hora de calcular a nota do candidato –entre elas, a UFSCar e a Unifesp.

Isso significa que, a depender da carreira escolhida, o desempenho da prova de matemática pode ser mais importante do que o da prova de língua portuguesa, por exemplo.

Também adotaram pesos distintos as federais de Pernambuco, Bahia, Amazonas e Semi-Árido (RN), além de três em Minas Gerais –Alfenas, Itajubá e Vale do Jequitinhonha.

Para fazer o levantamento, o Fovest consultou as 55 universidades federais do país. Trinta não vão dar pesos distintos às provas do Enem e seis não responderam ao jornal ou não decidiram ainda; outras dez não usarão o Enem no seu vestibular.

A prova do Enem ocorre no próximo final de semana. Serão 180 testes de quatro áreas (português, matemática, ciências humanas e ciências da natureza) e uma redação.

Vale mais

A UFSCar deu às disciplinas do Enem pesos 1 ou 2. No curso de medicina, por exemplo, língua portuguesa e ciências da natureza valem mais. Já em engenharia, português e matemática têm valor maior do que as provas de ciências humanas e de ciências da natureza.

O motivo dos pesos é “permitir que o candidato direcione sua motivação para o estudo de uma área específica”, afirma Vitor Luiz Sordi, pró-reitor adjunto. A UFSCar já atribui pesos, no vestibular próprio, conforme a carreira. O Enem equivalerá à metade da nota do aluno no processo seletivo. A Unifesp afirmou que definirá os pesos das carreiras nos próximos dias.

Quem preferiu considerar igualmente as provas do Enem justifica que o exame ainda é muito recente. É o caso da UFU (Universidade Federal de Uberlândia, em MG). “É a primeira vez que o Enem acontece dessa forma. Achamos melhor fazer de um jeito mais simples primeiro, para depois verificar qual o melhor caminho”, afirma Waldenor Barros Moraes Filho, pró-reitor de graduação. Conferir pesos seria uma mudança brusca, disse ele. Na UFU, o Enem será a primeira fase do vestibular.

E como estudar diante de regras tão distintas? O melhor é se preparar do mesmo modo para todas as disciplinas, afirma Tadeu Terra, do COC. “O candidato tem sempre de pensar de maneira geral. Cada universidade terá uma composição diferente da nota. Se se preparar para uma, deixará de lado duas ou três. Ele tem que ir bem em todas as matérias e tentar fazer o máximo de pontos.”

Edmilson Motta, coordenador do cursinho Etapa, tem opinião semelhante. Aluno do Etapa, Julio Cesar Lopes Filho, 18, prestará medicina na UFSCar, na Unifesp e na Unicamp. Ele diz será “beneficiado” com a opção da primeira de dar peso maior para português e ciências da natureza. “Seria muito pior se o peso fosse para matemática.”

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29. set, 2009
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Seleção unificada do Enem terá 5 rodadas

O sistema de seleção unificada do Enem terá cinco rodadas para que os alunos escolham o curso e a universidade federal onde querem estudar. Na prática, os candidatos poderão escolher um curso por vez –e não cinco, como o Ministério da Educação havia planejado inicialmente.

A regra valerá para as 24 instituições nas quais o Enem será usado no lugar do vestibular.
Funcionará assim: os alunos terão um tempo determinado para selecionar apenas uma opção de curso, por meio do sistema de seleção unificada –que terá uma página na internet. Se tiverem nota suficiente para entrar, poderão fazer a matrícula na universidade escolhida.

Segundo a Secretaria de Educação Superior, depois disso, essa primeira lista vai “rodar”. Ou seja, ela excluirá do sistema unificado as vagas que foram preenchidas e mostrará, na segunda rodada, as que sobraram. Assim, quem não conseguiu entrar terá nova chance de obter uma vaga, até a quinta rodada.

O mecanismo é “inteligente”, de acordo com a secretaria: se o aluno da primeira lista desistir da matrícula, a vaga volta a ficar disponível na rodada seguinte.

Dentro das rodadas, os candidatos poderão alterar as opções a qualquer momento. Um vestibulando de medicina que não conseguiu vaga em uma instituição na primeira rodada pode esperar a segunda para ver se há desistências –ou escolher outra universidade.

O tempo que o aluno terá para escolher ainda não foi definido, assim como as datas. Será, possivelmente, em janeiro.

Trata-se de uma mudança em relação à proposta inicial do MEC. Originalmente, a lista seria única: o aluno teria um prazo específico para escolher, de forma simultânea, até cinco cursos de cinco universidades.

A concepção do sistema foi alterada para simplificar a matrícula, após sugestões das universidades federais. Com a mudança, o aluno não poderá mais “segurar” vaga, dizem representantes de federais. O novo sistema unificado foi debatido com as federais na semana passada.

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29. set, 2009
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O lixo caro dos novaiorquinos

Dor de cabeça: o alto padrão de vida acumula uma quantidade recorde de lixo

Por Luís Paulo C. Domingues

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Engarrafamento nas grandes cidades: como fazer o lixo sair daqui?

Nova York produz 11 mil toneladas de lixo por dia, graças ao progresso econômico. Mas o que poderia ser um índice de conforto e de excelência no padrão de vida pode se tornar um inferno para os nova-iorquinos.
O único aterro sanitário da cidade foi desativado em 2001, pois já havia atingido seu limite máximo de absorção. O lixo, então, começou a ser levado para locais distantes, em New Jersey, Pensilvânia e Virgínia, chegando a percorrer 500 quilômetros.
Obviamente, essa não é uma solução barata. Além disso, os governos dessas localidades começaram a reclamar pelo fato de Nova York estar transformando suas cidades em depósitos de lixo e passaram a impor barreiras.
Segundo artigo de Lester Brown, fundador do World Watch Institute, o problema do lixo nova-iorquino tem três vertentes: econômica, ambiental e de relações públicas.
É muito caro, para um país que não tem a reciclagem e a preservação ambiental arraigadas em sua cultura, tomar o primeiro passo. Construir usinas de reciclagem, educar o povo, estabelecer parcerias, criar leis nem sempre populares parecem projetos ambiciosos demais aos governantes norte americanos. A mentalidade de consumo exacerbado é outro agravante. O norte americano é louco por produtos descartáveis e a indústria investe pesado em produtos one way. Ou seja, vai tudo, mesmo, para o lixo. E ainda há o problema das outras cidades e de seu relacionamento com a prefeitura de Nova York, desde a época do prefeito Ralf Giuliani.
O governador da Virgínia propôs, em 2001, um imposto de 5 dólares para cada tonelada de lixo despejada no Estado. Isso geraria uma grande receita para os cofres públicos, mas, para Nova York, só aumentaria seus problemas econômicos. Além disso, a população das cidades “contempladas” com o lixo reclamou dos transtornos que a medida geraria. O comboio de reboques de lixo formaria uma fila de 14 quilômetros, todos os dias, nas estradas e ruas da região, gerando mais poluição, engarrafamentos e barulhos.
A única saída parece ser a educação. Do povo, das indústrias e da prefeitura. Veja alguns dados obtidos através do site da WWI:
-Nova York: 18% do lixo reciclado.
-Los Angeles: 44% do lixo reciclado.
-Chicago: 47% do lixo reciclado.

Todas essas cidades estão muito longe das taxas européias, que chegam a 72%, em alguns países.
Há soluções interessantes para o lixo em todo o mundo. Uma delas (ainda de acordo com o artigo de Lester Brown) é proibir o uso de recipientes one way. Na Dinamarca e na Finlândia, a proibição já vigora, sendo que os dinamarqueses convivem com essa realidade desde 1977.
Os benefícios de se utilizar garrafas retornáveis não se restringem apenas ao lixo. Como os caminhões que entregam as garrafas cheias são os mesmos que levam de volta as vazias, economiza-se combustível, diminui-se a poluição e minimizam-se os engarrafamentos. Isso, em uma cidade como Nova York, deve contar muito.

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28. set, 2009
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Como se preparar a cinco dias do Enem

“Não entre em pânico”. Muito provavelmente Douglas Adams, autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, não previa que o mote de sua obra se tornaria um ótimo conselho para vestibulandos (muito menos que ela inspiraria o primeiro jogo do GUIA DO ESTUDANTE, o “Guia do Estudante das Galáxias”). Mas essas quatro palavrinhas contêm a essência do que você ainda pode fazer na reta final do Enem. O GE preparou algumas dicas para você encarar a prova sem medo:

1 – MARQUE SEU TERRITÓRIO
Se você ainda não testou o trajeto da sua casa até o local de prova, essa é a hora (veja no site do Inep o local onde fará a prova). Dê uma olhada em mapas, verifique se há pontos de metrô e ônibus por perto e cronometre o tempo gasto na viagem. Muita gente está tendo dificuldade para se organizar porque o local da prova é longe de casa. Se for possível, procure passar por ele local durante o horário da manhã e início da tarde, já que o Enem começa às 13h. Aliás, fique esperto: o MEC recomenda chegada com uma hora de antecedência. 

2 – QUER ESTUDAR? FOCO NA REDAÇÃO
Não adianta tentar rever todo o conteúdo em menos de uma semana. Se é assim, o que priorizar nessa reta final? Osmar Antônio Ferraz, coordenador de vestibulares do Colégio Bandeirantes, dá a pista: “A redação é sempre uma grande dúvida dos alunos, porque a proposta do Inep é bem diferente da dos principais vestibulares, como a Fuvest”. Escolha temas de redações antigas e peça para um amigo ler e comentar seu texto. Discuta ideias e fique ligado nas notícias.

- Saiba mais sobre a redação do Enem

3 – CUIDE-SE
Alimentação saudável e cuidados com a saúde são indispensáveis nesses próximos dias. Afinal, você não quer sair no meio da prova para ir ao banheiro depois de ter comido algo suspeito, não é? Opte por refeições caseiras, durma oito horas por noite e procure não cometer excessos.

4 – A META AGORA É O VESTIBULAR
A pressão para o Enem é grande, você já sabe. Mas a ansiedade causada pela prova não deve controlar a sua semana. Mantenha um ritmo mais leve de estudos, sem perder o foco. Afinal, nesses dias, você está estudando para o vestibular do fim do ano. A fase de ficar ligado nas questões do Enem já passou e, se ficar preso ao exame, você pode sacrificar momentos de estudo que seriam fundamentais na hora do vestibular.

5 – NO BALADA, YES DIVERSÃO
Sim, a gente sabe que ainda falta um tempinho para a prova. Mas uma noite mal dormida pode desregular seus horários pelo resto da semana. Prefira programas mais tranquilos, como ir ao cinema ou passear com os amigos. Aliás, a primavera está aí. Veja se ela já chegou, na prática, dando uma caminhada no parque mais próximo para aproveitar o Sol. Só não dá pra dispensar o filtro solar. Se você faz questão de curtir a noite, escolha um barzinho bacana e volte cedo. Divirta-se!

- Confira seu número de inscrição e o local da prova

Fonte: Guia do Estudante

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28. set, 2009
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Estadual de Minas Gerais recebe inscrições para o vestibular 2010 até 8 de outubro

A UEMG (Universidade Estadual de Minas Gerais) prorrogou as inscrições para o vestibular 2010 até 8 de outubro. Os pedidos devem ser feitos pelainternet. A taxa é de R$ 110.

Serão oferecidas 1.890 vagas em 26 cursos de graduação, distribuídas em seis cidades de Minas Gerais. Podem concorrer às vagas todos os candidatos que possuírem o ensino médio completo ou que estiverem em vias de completá-lo ou, ainda, os que desejam participar como treineiros.

Provas específicas

Candidatos que desejam vaga em cursos de graduação oferecidos pela Escola de Música e pela Escola Guignard, ambas com sede em Belo Horizonte, deverão, antes de proceder às provas gerais, obter aprovação mínima de 60% em testes que confirmem habilidade prévia, respectivamente, em Música e em Desenho.

As condições, datas e conteúdos para as provas de habilidade específica estão previstos no manual do candidato.

Provas Gerais

O vestibular ocorrerá em 6 de dezembro. As avaliações constam das disciplinas oferecidas no ensino médio (língua portuguesa, literatura brasileira, matemática, física, química, biologia, história , geografia e língua estrangeira).

As questões objetivas e a redação deverão ser realizadas em um período de 4h30min. As provas objetivas terão um total de 54 questões, sendo 6 por disciplina.

As obras literárias indicadas para a realização de prova de literatura brasileira são:

  • Antes do baile verde – Lygia Fagundes Telles;
  • O último conhaque – Carlos Herculano Lopes;
  • Tempo de delicadeza – Affonso Romano de Sant’Anna.
  • Cotas

    De acordo com a Lei Estadual n° 15.259/2004, a universidade reserva 45% de seu total de vagas às categorias socioeconômicas de afrodescendentes e egressos de escola pública (que sejam comprovadamente carentes), indígenas e portadores de deficiência.

    Os habilitados na seleção ocorrida em junho deste ano realizarão as provas gerais – e específicas, quando for o caso. Os candidatos não aprovados entre as vagas reservadas mas que estiverem classificados serão integrados à lista geral de candidatos em função de sua pontuação total.

    Veja o cronograma do processo seletivo:

  • 1° de setembro a 8 de outubro: Período de inscrições;
  • 26 a 30 de outubro: Impressão de comunicado para provas específicas;
  • 31 de outubro a 1° de novembro: Provas de habilidades específicas (Escola Guignard e Escola de Música);
  • 7 e 8 de novembro: Segunda fase de provas de habilidade específica (somente Escola de Música);
  • Até 13 de novembro: Resultado final das provas de habilidade específica;
  • 17 de novembro: Impressão do comprovante definitivo de inscrição;
  • 6 de dezembro: Provas Gerais;
  • Até 31 de dezembro: Resultado final.
  • Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail copeps@uemg.br ou pelos telefones 00/xx/31/3194-2500 ou 00/xx/31/3194-2501.

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    28. set, 2009
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    Mar de Aral: uma tragédia irreversível

    Como a má gerência ambiental provocará o desaparecimento de um imenso lago de água salgada

    Por Luís Paulo Domingues

    mardearalblog

    Navio abandonado: paisagem comum no Mar de Aral de hoje

    Nunca se discutiu com tanto afinco as questões ambientais do nosso planeta. Pudera. A natureza também não havia dado demonstrações tão claras de que os desastres e as transformações dos ecossistemas da Terra eram fruto incondicional da atividade humana danosa e sem critérios.
    O Mar de Aral era um extenso mar interior formado pelas águas dos rios Amur Daria e Sir Daria, que cortam grandes regiões da Rússia e da extinta União Soviética. É chamado de mar interior porque não possui saída para os oceanos, apesar de ter água salgada, e localiza-se entre as atuais repúblicas do Cazaquistão e Uzbequistão.
    A água e todo o ecossistema do Aral estão desaparecendo numa velocidade assustadora. Até 1960, quando foram implantados os projetos de desvio das águas dos rios Sir Daria e Amur Daria, para o abastecimento das plantações de algodão na União Soviética, o Mar de Aral tinha 66.100 quilómetros quadrados e era importante via de transporte de pessoas e mercadorias para uma vasta região. Além disso, como qualquer lugar abundante em água, fazia parte importantíssima da economia, sustentando milhares de famílias de pescadores. Sua importância era complementada pelo turismo, pois, junto como o Mar Cáspio, o Aral recebia o maior fluxo de soviéticos em férias no verão.
    Hoje, o Mar de Aral já perdeu 90% de suas águas, e as regiões secas são difíceis de serem habitadas por causa da extrema salinidade da terra e do acumulo de areia. Diariamente, o vento joga 75 milhões de toneladas de poeira, areia e sal nas terras antes encobertas pelo mar, a ponto de existir uma nova denominação para a região: deserto de Aralkum.
    Além do pó, areia e sal, os dois grandes rios que desembocam no Aral trazem produtos químicos oriundos das plantações, esgoto dos seis países por onde passa e (o pior) cada vez menos quantidade de água, pois esta é usada sem controle pela população e governo desses seis países.
    Um dos resultado desse desastre ambiental causado pela exploração inconseqüente das águas é uma população com índices elevadíssimos de câncer. As pessoas que habitam a região em torno do mar e as áreas agora desérticas respiram a poeira, o sal e os elementos químicos dioturnamente, o que eleva a incidência de diversas doenças, principalmente o câncer na garganta e no pulmão.
    Outra consequência desastrosa é a económica. A pesca não existe mais, o solo é impraticável para a agricultura e inviabiliza a existência de pastagens para o gado. Diversos países já ofereceram ajuda para tentar salvar o Mar de Aral, mas os cientistas que estudam a região não são nada otimistas, e garantem que a situação é irreversível. Os governos do Cazaquistão e Uzbequistão também temem que essa ajuda tenha alguma contrapartida para os doadores, que podem ter interesses na exploração futura da região.
    A paisagem mais comum na região do Mar de Aral moderno são os grandes navios e barcos encalhados, apodrecendo sobre a areia e o sal, onde não se vê sinal de água. Portos e vilas construídas sobre palafitas estão abandonados, compondo uma atmosfera fantasma. Os depoimentos à imprensa por parte de moradores que habitam o local desde 1960, quando a atividade de desvio das águas tomou grande vulto, é impressionante e mostra como as pessoas viam o mar “encolhendo” com o passar dos meses.
    É curioso que, assim como em inúmeros outros locais devastados da Terra, a riqueza e a abundância do passado foram as ferramentas que mais contribuíram para tornar o Mar de Aral uma região estéril e fadada a desaparecer. E, com ele, a cultura e as tradições de toda uma vasta área do centro da Ásia também deixarão de existir.

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    28. set, 2009
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    FGV encerra inscrições para vestibular de direito, administração e economia

    A FGV (Fundação Getúlio Vargas) encerra, nesta segunda-feira (28), as inscrições para o vestibular 2010 dos cursos de administração de empresas, administração pública, direito e economia, todos em São Paulo.

    A taxa de inscrição custa R$ 150. Os interessados devem acessar o site do processo seletivo na internet.

    Confira as datas das provas dos cursos oferecidos:

    Administração

    Em 2010, serão oferecidas 150 vagas para administração de empresas e 50 para administração pública. No dia 6 de dezembro serão aplicados exames em dois módulos: o discursivo e o objetivo, cada um com duração de quatro horas, realizados em dia único. Será pedida também uma redação.

    No período da manhã (das 8h30 às 12h30), os candidatos terão que fazer prova discursiva sobre matemática aplicada e ainda uma redação em língua portuguesa.

    Durante a tarde (das 14h às 18h), será aplicado o módulo objetivo, com 15 perguntas de cada uma das disciplinas a seguir: matemática, língua portuguesa, literatura, interpretação de textos, língua inglesa e interpretação de textos e humanas (história, geografia e atualidades).

    Os locais das provas de administração serão divulgados em 13 de novembro.

    Direito

    O curso direito, de duração integral, oferece 50 vagas. Veja as obras obrigatórias para a prova deste curso.

    As provas da primeira fase serão aplicadas nos dias 1 e 2 de novembro. A segunda fase ocorrerá entre 7 e 11 de dezembro, com exames orais.

    Economia

    O vestibular para economia terá duas fases: a primeira ocorre em 29 de novembro; a segunda será aplicada em 13 de dezembro.

    Outras informações podem ser obtidas no 0800-770-0423, das 8h às 19h, de segunda a sexta-feira, ou pelo e-mail vestibulares@fgv.br.

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    28. set, 2009
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    Determinação do coeficiente de restituição usando som

    Olá pessoal do Primeiro Ano.

    O assunto do nosso experimento sobre coeficiente de restituição é muito mais interessante do que parece. Além de aplicações práticas interessantes (veja o arquivo em pdf), para o dia-a-dia das pessoas, algumas são muito curiosas como as do vídeo a seguir.

    Aliás, veja o vídeo quantas vezes forem necessárias e explique porque a situação

    apresentada no vídeo ocorre e o que ela tem de relação com o nosso experimento.

    Valeu, gente!

    Até a nossa próxima aula de laboratório, em 25/09.

    coeficiente de restituição de rochas

    coeficiente de restituicao

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    25. set, 2009
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    Mackenzie abre inscrições para o vestibular 2010 em outubro

    O Mackenzie (Universidade Presbiteriana Mackenzie), em São Paulo, abre as inscrições para o vestibular 2010 em 1º de outubro, somente pelainternet. Até 26 de outubro a taxa de inscrição custa R$ 75 para o vestibular e R$ 55 para a transferência externa. De 27 de outubro a 17 de novembro as taxas vão para R$ 85 e R$ 65, respectivamente.

    Os locais de prova serão divulgados em 3 de dezembro. No dia 10 de dezembro serão aplicadas provas de habilidades específicas para candidatos aos cursos de arquitetura ou desenho industrial. Nesse dia haverá também a prova de transferência externa, voltada a estudantes que já estejam cursando uma graduação em outra faculdade.

    A prova do vestibular ocorrerá em dia único, em 11 de dezembro. Candidatos aos cursos dos grupos II e III fazem exame às 8h. Já vestibulandos que prestarem vestibular para cursos dos grupos I, IV, V e VI farão prova às 14h30.

    O resultado da transferência e do vestibular 2010 está previsto para ser divulgado em 8 de janeiro de 2010. Outras informações podem ser obtidas no site do Mackenzie.

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    24. set, 2009