REUNIÃO DE PAIS
19/08 ÀS 19 Horas
Quem comparar o desempenho do D’Incao Instituto de Ensino com o das outras escolas de Bauru verá que o D’Incao está muito acima do padrão bauruense.
O Jornal da Cidade de Bauru publicou matéria no dia 20/07 sobre o desempenho das escolas bauruenses no ENEM. Em um quadro destacado do texto, aparece o D’Incao em primeiro lugar, o colégio Seta em segundo, o COC em terceiro, o Fênix em quarto e o Espaço em quinto.
Além de não terem feito menção às outras escolas particulares, como São Francisco, Guedes de Azevedo, Interativo, Objetivo e Liceu Noroeste, o quadro distorce a real situação do segundo grau em Bauru. Isso porque dá a impressão de que essas cinco escolas estão disputando ferrenhamente posições em uma hipotética corrida pela excelência.
Na verdade o D’Incao, primeiro colocado, ficou muito mais à frente do segundo colocado, o Seta, na classificação geral. O D’Incao ficou em 60º lugar entre as escolas do Estado de São Paulo, superando colégios de renome nacional, como o Poliedro de São José dos Campos, o Stockler, o Mackenzie, o Sion, o Rio Branco unidade Granja Viana e o Pueri Domus, de São Paulo, ficando apenas uma colocação atrás do tradicionalíssimo Visconde de Porto Seguro. Já o Seta ficou em 270º lugar no Estado, enquanto os outros colégios particulares de Bauru despencaram para o fim da tabela.
O D’Incao, portanto, não é apenas o primeiro colocado em Bauru, como o jornal diz. O D’Incao é muito mais primeiro!
O D’Incao Instituto de Ensino ficou em primeiro lugar entre as escolas da região de Bauru no último ENEM. Essa conquista é mais significativa ainda, quando lembramos que o resultado se refere ao segundo ano de existência do ensino médio do D’Incao, e que ele ficou colocado a frente de muitas escolas tradicionais da capital do Estado.
Você está convidado a comparecer à festa denominada “Arraiá do D’Incao”, dia 26/06, a partir da 17 horas, na sede do D’Incao Instituto de Ensino.
Trata-se de uma festa popular de inverno, que ocorre em todo Brasil – mas tem importância significante no Nordeste e no interior do estado de São Paulo-, originariamente celebrada para comemorar as datas festivas referentes ao santos João, Antônio e Pedro, da Igreja Católica Apostólica Romana.
Ao longo dos séculos, a tradição definiu que nessas festas dançaria-se a quadrilha – dança de origem holandesa popularizada pelos franceses e introduzida na nobresa brasileira durante a regência – e venderia-se ou ofereceria-se comidas e bebidas típicas, como pipoca, quentão, paçoca e bolo de fubá, entre outros.
Além disso, é de comum comportamento que as pessoas venham ao “arraiá” fantasiadas de camponeses de baixa renda, chamados corriqueiramente de “caipiras”, e também que tragam e atirem bombas e fogos de artifícios caseiros uns nos outros.