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16. nov, 2009
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21. out, 2009
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Seleção unificada do Enem terá 5 rodadas

O sistema de seleção unificada do Enem terá cinco rodadas para que os alunos escolham o curso e a universidade federal onde querem estudar. Na prática, os candidatos poderão escolher um curso por vez –e não cinco, como o Ministério da Educação havia planejado inicialmente.

A regra valerá para as 24 instituições nas quais o Enem será usado no lugar do vestibular.
Funcionará assim: os alunos terão um tempo determinado para selecionar apenas uma opção de curso, por meio do sistema de seleção unificada –que terá uma página na internet. Se tiverem nota suficiente para entrar, poderão fazer a matrícula na universidade escolhida.

Segundo a Secretaria de Educação Superior, depois disso, essa primeira lista vai “rodar”. Ou seja, ela excluirá do sistema unificado as vagas que foram preenchidas e mostrará, na segunda rodada, as que sobraram. Assim, quem não conseguiu entrar terá nova chance de obter uma vaga, até a quinta rodada.

O mecanismo é “inteligente”, de acordo com a secretaria: se o aluno da primeira lista desistir da matrícula, a vaga volta a ficar disponível na rodada seguinte.

Dentro das rodadas, os candidatos poderão alterar as opções a qualquer momento. Um vestibulando de medicina que não conseguiu vaga em uma instituição na primeira rodada pode esperar a segunda para ver se há desistências –ou escolher outra universidade.

O tempo que o aluno terá para escolher ainda não foi definido, assim como as datas. Será, possivelmente, em janeiro.

Trata-se de uma mudança em relação à proposta inicial do MEC. Originalmente, a lista seria única: o aluno teria um prazo específico para escolher, de forma simultânea, até cinco cursos de cinco universidades.

A concepção do sistema foi alterada para simplificar a matrícula, após sugestões das universidades federais. Com a mudança, o aluno não poderá mais “segurar” vaga, dizem representantes de federais. O novo sistema unificado foi debatido com as federais na semana passada.

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29. set, 2009
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Complementos nominais e adjuntos adnominais

Diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal

Há nomes que, por não terem sentido completo, exigem um termo para completá-los. Esse termo é chamado complemento nominal e inicia-se sempre por preposição.

Exemplos:

Impedimos a derrubada da mata.

DERRUBADA: nome incompleto (substantivo)

DA MATA: complemento nominal

Você é igual a ele.

IGUAL: nome incompleto (adjetivo)

A ELE: complemento nominal

Todos tiveram medo do ladrão.

MEDO:  nome incompleto (substantivo)

DO LADRÃO: complemento nominal

OBSERVAÇÃO. O adjunto adnominal pode, às vezes, ser iniciado por preposição.

Exemplo: A casa de madeira caiu.

O complemento nominal sempre é iniciado por preposição. Isso pode gerar, em certas frases, sérias dúvidas quanto à função do termo em estudo.

Assim, quando um termo estiver se referindo a um nome e estiver iniciado por preposição, ele será ou adjunto adnominal ou complemento nominal. Para distinguir um do outro, é conveniente usar, como critério auxiliar da análise, as orientações seguintes:

Principais diferenças entre o complemento nominal e o adjunto adnominal.

1.ª diferença:

O adjunto adnominal só se refere a substantivos (tanto concretos como abstratos).

O complemento nominal refere-se a substantivos (só abstratos), a adjetivos e a advérbios.

2.ª diferença:

O adjunto adnominal pratica a ação expressa pelo nome a que se refere.

O complemento nominal recebe a ação expressa pelo nome a que se refere.

3.ª diferença:

O adjunto adnominal pode indicar posse.

O complemento nominal nunca indica posse.

Exemplos de aplicação dos critérios acima:

As ruas de terra serão asfaltadas.

RUAS: nome (substantivo)

DE TERRA é adjunto adnominal ou complemento nominal?

Note que DE TERRA refere-se ao nome RUAS, que é um substantivo concreto (considerando a classe gramatical). Pelo 1.º critério, podemos concluir que DE TERRA só pode ser adjunto adnominal, pois o complemento nominal não se refere a substantivo concreto. Então, DE TERRA: adjunto adnominal.

A rua é paralela ao rio.

PARALELA: nome (adjetivo)

AO RIO: complemento nominal ou adjunto adnominal?

O termo AO RIO está se referindo a PARALELA, que é um adjetivo (considerando a classe gramatical). Usando o 1.º critério, podemos concluir que ao rio só pode ser complemento nominal, já que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.

As críticas ao diretor eram infundadas.

CRÍTICAS: nome (substantivo)

AO DIRETOR: complemento nominal ou adjunto adnominal?

Observe que CRÍTICAS expressa uma ação (ação de criticar). O termo AO DIRETOR é que recebe as críticas (o diretor é criticado). Usando o segundo critério, podemos concluir que AO DIRETOR é um complemento nominal.

As críticas do diretor eram infundadas.

CRÍTICAS: nome (substantivo)

Agora, o termo DO DIRETOR é adjunto adnominal, pois ele pratica a ação expressa pelo nome CRÍTICAS.

Do livro Novo Manual Nova Cultural – Redação, Gramática e Literatura. Professores: Emília Amaral, Severino Antônio e Mauro Ferreira do Patrocínio.

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22. set, 2009