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Conheça oito roqueiros que brilharam nas universidades

Guia selecionou nomes do rock’n'roll que enfrentaram DPs, professores chatos, provas e, ao final, chegaram ao estrelato
da redação

Publicado no Guia do Estudante

No Dia Internacional do Rock, o GUIA resolveu homenagear nomes que brilharam nos bancos de universidades. Preparamos uma listinha que mostra, por exemplo, que o vocalista do Offspring tem mestrado em Biologia Molecular e que Samuel Rosa é psicólogo:

Roqueiros que já foram estudantes


Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser, MGMT

Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser se conheceram em 2002, quando eram calouros de Artes na Universidade Wesleyan, em Middletown, Connecticut. As experimentações musicais começaram durante a graduação, quando a banda ainda se chamava “The Management”. A primeira excursão para divulgar o primeiro compacto, Time to Pretend, começou em 2005, quando os dois amigos se formaram.

Brian May e Freddie Mercury, Queen

Freddie Mercury, o mítico vocalista da banda, formou-se em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College, na Inglaterra. Lá ele conheceu Tim Staffel, baixista, que já tocava em outra banda com os futuros membros do Queen, Brian May e Roger Taylor.

Brian May, guitarrista, se formou em Ciências Físicas e Matemáticas no Imperial College, em Londres. Começou logo em seguida seu doutorado em Astronomia, mas largou para se dedicar ao Queen. Décadas depois, o lado nerd do músico não se perdeu: ele voltou a se dedicar à tese e conseguiu o doutoramento em 2007.

Dexter Holland, The Offspring

Dexter Holland, vocalista da banda, dedicou bons anos de sua vida aos estudos: é bacharel em Biologia e mestre em Biologia Molecular pela University of Southern California. Também começou o doutorado, mas trancou para se dedicar ao Offspring.

Fernanda Takai, Pato Fu

Antes de ser vocalista da banda eleita, pela revista Time, uma das melhores do planeta, Fernanda Takai se formou em Relações Públicas, Comunicação Social. Pegou o diploma em 1993 e montou uma agência de comunicação. Saiu de lá, inclusive, as capas dos dois primeiros discos da banda. Vira e mexe, Fernanda volta à UFMG para dar palestras e até fazer shows. Tudo sem cobrar cachê.

Humberto Gessinger, Engenheiros do Hawaii

Os Engenheiros do Hawaii são, na verdade, arquitetos de Porto Alegre. Mais especificamente, arquitetos formados pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Beto Gessinger (vocal) e Carlos Maltz (bateria) formaram a banda durante um janeiro de reposição de aulas devido a greve de professores. O nome da banda era uma piada interna da turma de Arquitetura, em deboche ao visual ‘surfistinha’ dos colegas da Engenharia.

John Lennon, The Beatles

John Lennon se formou em Artes Gráficas no Liverpool Institute of Arts. Mas quem ajudava o beatle a passar de ano eram seus colegas de classe que faziam seus trabalhos, pois o próprio John não estava muito interessado no diploma. Foi na universidade que conheceu Stuart Sutcliff, que foi o baixista da banda por um tempo. Além disso, no colégio em frente à universidade estudavam Paul McCartney e George Harrison, que almoçavam com os universitários John e Stuart. O assunto? Rock e Beatles, claro!

Mick Jagger, The Rolling Stones

Mick Jagger não se tornou o homem por trás dos negócios e do marketing de uma das bandas mais bem sucedidas da história à toa: o frontman dos Stones cursou Economia e Gestão de Negócios na London School of Economics. Nunca chegou a concluir o curso, mas o que aprendeu por lá deu uma força importante em sua carreira musical.

Samuel Rosa, Skank

“Jackie foi nascer numa cabana em Noa Noa / Sol do Taiti na pele, nowboa”. Nem só tequila destilam as letras non-sense de Samuel Rosa: o vocalista do Skank é também, psicólogo. Formou-se, assim como Fernanda Takai, numa das instituições mais concorridas do país, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), talvez por influência do pai, também psicólogo. Antes, havia tentado ser jogador de futebol.

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Palestra Belo Monte (audio)

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18. jun, 2010
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Jornal Folha do Educador

O D’Incao Instituto de ensino acaba de lançar a quinta edição de seu jornal impresso. Com o novo nome de “Folha do Educador” – para melhor refletir o perfil de seu público alvo -, a nova edição aborda um tema complexo e controvertido: a medicalização no ambiente escolar. O uso de drogas fabricadas pelos grandes laboratórios e receitadas pelos médicos para curar supostas doenças comportamentais está aumentando consideravelmente nas salas de aula.
Num pacto bem urdido, governo e indústrias se unem com dois intuitos bem claros: lucrar desmedidamente e desviar o foco dos problemas educacionais causados pelo próprio governo, culpando doenças inexistentes pelo nosso baixo nível educacional.
Além do tema principal, a “Folha do Educador” traz matérias sobre cultura, educação, meio ambiente, história e sobre qualquer tema que possa interessar às pessoas que trabalham, pensam e se interessam pela educação.
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Ciro vira alvo de fogo amigo no PSB e pode perder seus cargos no governo

26 de abril de 2010 | 0h 00

Caros alunos do D’Incao e leitores externos: leiam este texto antes da matéria do Estadão. É meio longo, mas vale à pena.
Por Luís Paulo Domingues
D’Incao On Line

Ciro é deixado só pelo PSB: meio óbvio.

A matéria abaixo só vem confirmar que a prática quotidiana da política se transformou há muito tempo num jogo de comadres, onde paga-se e recebe-se  muito bem por apoios e indicações (veja o caso da Secretaria dos Portos, abaixo). Jura-se amor por uma bandeira, enquanto o juramento for recompensado por poder, influência ou dinheiro.
Ciro Gomes queria ser presidente. Até aí, nenhuma novidade. Para tanto, em 1998 e em 2002, na ocasião da primeira eleição vitoriosa de Lula, Ciro “alugou” o PPS, que o lançou como candidato. O PPS (Partido Popular Socialista) é um partido que se diz de esquerda, já tinha sido PCB (Partido Comunista Brasileiro), e agora “aluga” vaga para quem quer fazer jogo de cena e atingir objetivos não muito coerentes na carreira política.
Uma vez este jornalista entrevistou um deputado federal do PPS de Araraquara, cidade aqui ao lado. Perguntei se ele, sendo do Partido Popular Socialista, acreditava mesmo que o Brasil poderia se transformar em um país socialista. Queria saber até que ponto ele acreditava na abolição da propriedade privada, na socialização dos meios de produção, no regime de partido único… e ele respondeu que nunca acreditara nesse socialismo científico. Ou seja, ele nunca havia acreditado em nada, no que diz respeito ao S do PPS.
Esses mesmos interesses que fazem as pessoas se ligarem a partidos e a grupos por conveniência fizeram Ciro ingressas no PSB. O PSB é o Partido Socialista Brasileiro, que assim como o combalido PPS, teve um notório e valoroso passado (leiam sobre Miguel Arraes, fundador do PSB), mas agora é uma legenda de aluguel que só serve para aumentar a base governista ou oposicionista de seja quem for.
Dentro do PSB, Ciro foi nomeado Ministro do governo Lula. Agora aparece em entrevistas pelo Brasil afora dizendo que Dilma não é preparada, que Serra é melhor, que a aliança do PT com o PMDB é amoral… só porque seu partido (rezando a cartilha do “paga e leva” da política brasileira) recusa-se a lançá-lo candidato à presidência.
Para um político como Ciro, que começou no PDS (a Arena, dos militares), foi para o “amoral” PMDB, depois (por anos) para o PSDB e mais tarde para os agora insossos PPS e PSB, a revolta é que soa amoral. A não ser que a gente se dê por vencido, veja no tal jogo de comadres uma política lícita e diga: “-Ah, política é assim mesmo!”
Aí então Ciro tem Razão.

Eugênia Lopes, de Brasília – O Estado de S.Paulo

A um dia de perder a legenda para disputar a Presidência da República, o deputado Ciro Gomes (CE) transformou-se em alvo de fogo amigo do próprio PSB. Em retaliação às críticas desferidas pelo deputado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PSB, integrantes da cúpula partidária defendem que Ciro perca os cargos que possui no governo.

Na mira dos dirigentes socialistas está a Secretaria de Portos, que tem status de ministério, sob o comando de Pedro Brito, homem de confiança de Ciro Gomes. A Secretaria de Portos comanda sete Companhias Docas pelo Brasil e foi criada pelo presidente Lula, em 2007, para atender à reivindicação do PSB de mais espaço no governo.
Secretário executivo de Ciro Gomes no Ministério da Integração Nacional, no primeiro mandato de Lula, Brito ganhou o cargo por indicação do deputado. Antes, ele ocupou por quase um ano a titularidade da pasta da Integração Nacional, com a saída de Ciro Gomes para disputar uma cadeira na Câmara, em 2006. O sucessor de Brito na Integração Nacional foi o peemedebista Geddel Vieira Lima, hoje candidato ao governo da Bahia.
O Orçamento de 2010 para a Secretaria de Portos é de R$ 1,5 bilhão. Desse total, R$ 300 milhões já foram empenhados, ou seja, podem ser usados, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). São 34 portos públicos marítimos sob a gestão da secretaria e sete Companhias Docas: do Pará, do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo, responsável pelo Porto de Santos.
A Executiva Nacional do PSB se reúne amanhã para bater o martelo sobre a retirada da pré-candidatura de Ciro da corrida presidencial. A expectativa é que o partido apoie a candidatura de Dilma Rousseff (PT).
Em troca, o PT deverá permitir que partidos aliados se coliguem com o PSB em alguns Estados. Seria o caso de São Paulo, onde o pré-candidato do PSB ao governo, Paulo Skaf, quer atrair para sua chapa o PR e o PC do B.
As críticas feitas por Ciro a Lula e ao PSB irritaram integrantes da cúpula do partido, que, nos bastidores, passaram a defendem as retaliações.
O presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, não gostaram da reação de Ciro diante da iminência de ter a candidatura negada. O deputado os acusou de não estarem “no nível que a história impõem a eles”. Outro que ficou aborrecido foi Lula, que foi surpreendido com a comparação feita entre Dilma e o pré-candidato tucano, José Serra. Ciro disse que “Dilma é melhor do que Serra como pessoa, mas o Serra é mais preparado, mais legítimo, mais capaz”.
Polêmica. A ordem do Palácio do Planalto e do PSB é, no entanto, evitar responder às críticas e não polemizar com Ciro. Na avaliação dos socialistas, a candidatura dele perdeu densidade com a polarização da eleição presidencial entre Dilma e Serra.
Um dos sinais de que o próprio Ciro teria jogado a toalha em relação a sua entrada na disputa foi o fato de Pedro Brito não ter se desincompatibilizado, no início de abril, para disputar uma vaga na Câmara pelo Ceará.
Na reunião da Executiva do PSB, a direção apresentará levantamento que mostra a maioria dos diretórios hoje contra a candidatura Ciro.

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26. abr, 2010
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Cinema no D’Incao – Germinal, o pesadelo da revolução industrial

Dia 28 de abril – quarta feira

horário: 19h30

Local: D’Incao Instituto de Ensino

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23. abr, 2010
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Mais uma lorota a ser seguida

Agora teremos que aguentar o filho “emo” do Fábio Jr.

Luís Paulo Domingues

Fiuk prometeu que se ficasse famoso trataria bem todos os seus fãs.

De tempos em tempos, a cúpula “pensante” que decide o que as pessoas irão consumir no Brasil – além de como e quanto a indústria cultural irá lucrar com isso -, inventa um novo nome, um novo produto arrebatador de corações e mentes.
A bola da vez é Fiuk, um misto de filho do Fábio Júnior, músico e artista. Durante a última semana, sua foto apareceu no canto de quase todos os sites de jornais e revistas que têm alguma área destinada aos “famosos”.
Eu não sei e nem quero saber se suas músicas – se é que são dele – têm algo de aproveitável. Não precisa. O que interessa é que ele é mais uma marionete fabricada para ser empurrada goela a baixo do “púbrico”, custe o que custar. E não interessa que você não seja parte do ‘púbrico” alvo. Tem que engolir. Sei também que pelo visual do rapaz e pelo nome da música escolhida para a nova abertura de “Malhação” (“Quem eu sou”), ele só pode ser “emo”.
Também sei que ele é ator da Malhação, o que é nada bom.
Ninguém aqui está discutindo a beleza do gajo. Fui obrigado a vê-lo todos esses dias nas páginas dos jornais on-line e concordo que ele realmente é bem bonito. Um gato. Apesar de que aquelas caras e bocas que mandaram ele fazer para atrair as menininhas nas fotos soaram um tanto falsas.
Mas no fundo é assim mesmo que os cartolas da música preparam um novo nome. Tem (!!) que soar falso. A falsidade é uma condição para atrair a malta de despreparados e alienados que vão sustentar a troca de informações pela internet, a venda de discos, a propaganda boca a boca, os gritinhos nos programas de auditório, o comércio de posters e broches, enfim, que vão garantir o prolongamento do negócio nos aproximadamente dois anos e quatro meses que vão durar a carreira da banda Hori – o nome da banda de Fiuk.
Para Fiuk, seria mais garantido investir tudo na carreira de ator, pois se ele tiver um mínimo de algo que possa ser uma veia dramática, a projeção das novelas globais irá bancá-lo por décadas. Mas a indústria cultural tem que lucrar em todas as áreas, então, já que ele tem uma banda…
Só que não adianta ser qualquer banda. Eles não podem fazer a música que eles quiserem e têm que vestir algo entre o alternativo e o circense. Em uma de suas fotos de divulgação, tiradas durante um show na chácara do Jockey Club, Fiuk parecia o ponto médio exato entre o Syd Barret (primeiro vocalista do Pink Floyd) e o palhaço Arrelia.
Como ele está no Brasil, precisa adotar aquela “humildade” alardeada pelos jogadores de futebol. O David Bowie, o Mick Jagger, o Liam Gallagher… nenhuma dessas pessoas inglesas precisa ser humilde. A humildade, na Inglaterra, não é uma condição para que alguém seja criativo e inteligente. No Brasil parece que é. Tanto que Fiuk segue a cartilha à risca e diz no programa “Altas Horas”:
“-Quando eu era menor, achava que se um dia encontrasse meus ídolos eles nunca me dariam bola. E decidi que se um dia eu ficasse famoso eu iria tratar bem todos os meus fãs.”
Por isso, a única coisa que o tira do sério, ainda segundo a entrevista, é quando alguém fala para ele ser humilde. “-É uma coisa que machuca”, garante. E justifica as críticas com uma originalidade extrema: “-Tem gente que não consegue ver a alegria dos outros”.
Fiuk também diz que gosta tanto de cantar, que acha que o palco é sua vida. “-Quero viver no palco, vou dormir no palco”.
Diante de tanta bobagem, resta a Fiuk torcer para que ele realmente NÃO tenha talento. Porque depois de toda essa coleção de clichês, será quase impossível convencer alguém de que ele quer e pode fazer alguma coisa interessante.

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Novo jornal on-line do D’Incao

D’Incao tem mais um jornal

O jornalismo é uma das áreas de constante investimento no D’Incao Instituto de Ensino. A Folha do Estudante, jornal impresso que aborda a educação e a cultura é dedicada aos meios acadêmicos e circula entre as mais conceituadas universidades do Brasil, atingindo professores e alunos.
O blog do D’Incao é diariamente atualizado com vídeocasts produzidos no estúdio da escola e com textos científicos e jornalísticos escritos pela mesma equipe de profissionais que edita a Folha do Estudante. Além disso, o mais novo lançamento da equipe de comunicação do d’Incao é o jornal on-line ENXERGUE, que é atualizado todas as sextas-feiras com os grandes acontecimentos e com tudo o que há de mais relevante no panorama atual da educação.

http://www.dincao.com.br/noticia

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01. abr, 2010
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Inglaterra vai proibir castigos físicos nas escolas

Inglaterra vai acabar com punição física em escolas religiosas

TER, 30/03/10
PUBLICADA NA REVISTA ÉPOCA
EDUCAÇÃO

Ao contrário da Inglaterra, como a foto acima mostra, em alguns lugares da Índia, as punições foram até modernizadas.

O governo inglês vai acabar com uma brecha na lei que ainda permite a professores e tutores em escolas religiosas usar punições físicas em seus alunos. Em entrevista ao jornal The Guardian, o chefe do conselho de segurança das crianças, Sir Roger Singleton, afirmou que algumas escolas e madrasas (instituições educacionais árabes) evocavam imagens sagradas de punição física para castigar as crianças.
Professores de escolas públicas são proibidos de bater em crianças desde 1987. A lei contra a punição em escolas privadas só entrou em vigor em 1993.
Singleton disse que a lei será mudada o mais rápido possível. Ele afirma que apenas os pais têm direito de optar pelo castigo físico na educação de seus filhos.

Enxergue:
Estamos em tempos de construtivismo global nas escolas do mundo, que é disseminado pelos governos (é muito mais fácil governar) e pelos abastados (é muito mais fácil mandar e se manter abastado). O construtivismo esvazia toda a autoridade e a importância do professor na sala de aula, conferindo ao aluno o poder para (até) escolher o que quer aprender.
A escola tradicional, por outro lado (que é a escola a que o texto acima se refere), é aquele clássico modelo educacional, no qual o professor tem o poder, a capacidade, a autoridade e formação bastante para transmitir os conteúdos fundamentais produzidos pela humanidade e que serão condicionais para que o aluno tenha uma boa formação.
Mas a escola tradicional também é voltada para a classe dominante (hegemônica) e os castigos físicos (resquício medievalesco) não se justificam no século XXI, mesmo que sejam pelo louvável propósito de manter a autoridade do professor .
obs: Ao contrário da Inglaterra, como a foto acima mostra, em alguns lugares da Índia, as punições foram até modernizadas.

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